No Sinapse ICL, a advogada e diretora da Apepi (Apoio à Pesquisa e Pacientes de Cannabis Medicinal), Margarete Brito, explica que não há diferenças significativas entre os usos medicinal e recreativo da maconha.
Segundo Margarete, a distinção é muitas vezes confusa e o uso para fins medicinais é frequentemente utilizado como desculpa para uso recreativo.